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Vereadora foi constrangida ao adentrar a câmara

02/12/2015 - 14h50min
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Na manhã deste 1º de Dezembro de 2015, aproximadamente ás 11:20 h a vereadora Edith Alencar esteve na Câmara Municipal de Agricolândia, onde a mesma estar vereadora. Naquele momento ela foi solicitar alguns documentos que eram de seu interesse, até então, estava sendo bem atendida pela funcionária que se encontrava no local, mas ao passar de alguns minutos, o presidente da casa chegou e de imediato já foi questionando: o que você veio fazer aqui? Para que você quer esses documentos? Você esta invadindo a casa, isso é invasão de privacidade, você estar invadindo minha privacidade. Eram tantas palavras em sequencia que  a vereadora ficou pasma com aquela situação, não querendo acreditar que o presidente achava que por estar presidente era o dono da Câmara. A vereadora apenas esclareceu para o Presidente, que ele estava enganado, pois a câmara é um órgão público, e que ela e todas as outras pessoas podem adentrar sem precisar pedir permissão, também respondeu para ele que, o que iria fazer com os documentos era de interesse dela e que não precisaria lhe da satisfação. Mesmo assim o presidente parecia não entender as palavras da vereadora, para ele estava tudo muito confuso, de difícil entendimento. A vereadora então resolveu tentar lhe explicar de outra forma, e disse: “ Presidente esta casa é pública, todos os órgãos público é de livre acesso para qualquer pessoa entrar e sair sem ter que pedir permissão, o que não podem, é agredir, danificar e perturbar o recinto. Quando agente invade uma privacidade, é quando agende adentra em algum lugar que é de sua privacidade, o que não é o caso. Para facilitar seu entendimento vou lhe dar um exemplo: Em sua casa particular, em sua residência só pode entrar quem você permitir, caso você não queira alguém em sua casa, você pode mandar essa pessoa  se retirar, e ela tem o dever de lhe obedecer, caso ela não obedeça, aí sim, é invasão de privacidade. Entendeu? Veja bem, essa casa, a CÂMARA também é sua, mas não é só sua, é de todos nós, é da comunidade em geral, é um bem construído com recurso público, entendeu agora?” O presidente então já um pouco alterado, parecendo mais uma vez não ter entendido nada, questionou também ao esposo da vereadora que se encontrava no recinto: o que você esta fazendo aqui também? Quem lhe permitiu analisar essas prestações de contas? Eu não dei ordem. Daí o esposo da vereadora apenas respondeu que as prestações de contas, cabe a qualquer cidadão analisar, e que elas em determinado tempo têm que ficar em um lugar de fácil acesso na câmara, para que todos em que desperte interesse de analisá-las possa assim o fazer. Ele explicou que as contas também são públicas, assim como a CÂMARA. Aí a confusão na cabeça do presidente foi maior, ou seja, ele talvez se perguntou por alguns instantes. Bem! Se a Câmara é pública, se as prestações de contas são públicas, e eu sou dono de quer aqui?


Além do mais, o esposo da vereadora estava acompanhado da mesma, ela estava apenas realizando seu papel, de analisar as contas públicas.


Nesse momento se encontravam no recinto da câmara mais um vereador uma funcionária e outros cidadãos, os mesmos não se manifestando durante ao episódio.


Se o presidente quiser mandar realmente em uma câmara, o mesmo terá que construir uma só pra ele brincar!
A Câmara Municipal dos Vereadores é a casa do POVO.

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