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Competência coragem e responsabilidade na sua gestão como Presidente da Câmara

12/08/2015 - 10h42min
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Ontem dia 11/08 o TCE-PI, julgou várias prestações de conta referente ao ano de 2012, tanto das prefeituras como das câmaras municipais, dentre elas foi julgado a prestação de conta da câmara municipal de Agricolândia, onde a gestora da época era a vereadora Edith Alencar. Para infelicidade de alguns vereadores da época a prestação de conta da Câmara foi aprovada por UNANIMIDADE e sem ressalvas, pois eles torciam pelo pior.


Bom, relembrando um pouco da história vivenciada pela vereadora Edith naquele momento de gestora. A mesma diz ter sido perseguida durante toda sua gestão, que foi por um período de dois anos. Perseguição essa, que partiu de seis vereadores inconformados com sua postura ética, pois eles foram informados anteriormente que em outras gestões existia caixa dois na câmara e, de que muitos vereadores eram beneficiados com os recursos desviados; esperavam que a vereadora Edith fosse ter a mesma postura e fazer farras de diárias como já era de costume de legislaturas anteriores.


Mas, a partir do momento que a vereadora assumiu a presidência da Câmara ela descobriu de imediato muitas irregularidades nas finanças da câmara, desde o repasse a má aplicação do dinheiro público, constatou que quase todos os vereadores fizeram empréstimos consignados e que não havia nenhum desconto no contracheque, viu que eles continuavam recebendo integral, ou seja, a câmara era quem pagava o valor do empréstimo. A vereadora descobriu também que os vereadores estavam recebendo seus subsídios sem nenhuma lei que o amparasse legalmente, então foi preciso adequar o subsídio ( salário )  a lei anterior, pois era a que tinha vigência para o TCE.  Com essa atitude, todos os vereadores passaram a receber a menor, inclusive a vereadora Edith, ou seja, ela cortou na própria carne. A vereadora também comprovou que existia farras de diárias ao analisar as prestações contas no TCE, pois nada, nenhuma irregularidade encontraria se analisasse apenas as que haviam na câmara, pois estas encontravam-se capadas, ou seja, só ficavam nas prestações de contas arquivadas na câmara documentos simples que não comprometiam o gestor.


Pois bem, essa atitude da vereadora deixou grande insatisfação a seis vereadores, e os mesmos resolveram espalhar mentiras contra a vereadora Edith Alencar, através de cartazes distribuídos nas ruas, de divulgações nas mídias locais e sites diversos. A pressão foi tanta contra a vereadora que deixou até a tesoureira da época insegura, e  a mesma pediu exoneração. Dos nove vereadores da câmara, a vereadora Edith permaneceu sozinha, mas de cabeça erguida, pois sabia que estava agindo correto e dentro da Lei.


A vereadora de imediato, agradece a todos aqueles que em nenhum momento duvidaram de sua postura ética, agradece ao trabalho ético profissional do advogado da câmara na época, Dr. Tiago Sá, o qual se colocou sempre a disposição de todos e principalmente dos vereadores analfabetos que queriam passar por cima da Lei, o advogado Dr Tiago em vários momentos explicou a aqueles iletrados, porque e para que se criam normas, regras e Leis, explicou que elas são elaboradas para serem cumpridas e não questionadas, porém o trabalho do Dr Tiago naquele momento parasse ter sido em vão, em nenhum momento observou entendimentos dos analfas. Agradece ao contador da câmara na época Dr Roosevelt Figueiredo que muito trabalhou para poder corrigir os erros graves deixados pela ex contadora iletrada, comprova-se sua incompetência, nas reprovações feitas pelo TCE-PI as contas das  prefeituras onde a mesma presta seu péssimo serviço. Temos como exemplo mas recente, o caso da prestação de conta da prefeitura de Agricolândia do ano de 2012, que foi julgada e reprovada com grandes índices de fraudes.  Agradece ao seu esposo Claúdio em que esteve ao seu lado em todos os momentos lhe dando força e apoio, e em memória ela agradece a seu pai “Chicão” que nunca deixou de acreditar em sua superação. “Se um dia eu lancei meu nome para representar o povo no legislativo do meu município, é porque eu sabia, eu sei que tenho um nome a zelar, não é porque sou política que vou deixar denegrirem a minha imagem de qualquer jeito, sem que tenha feito algo errado, deixar manchar o meu nome como se fosse algo que não tem importância, sou política e aprendi a fazer política e não politicagem. Assim também foi quando lancei meu nome para presidência da câmara, sabia que eu tinha ética, conhecimento e profissionalismo e que a câmara iria estar muito bem representada por mim. Então não é qualquer um, qualquer grupo de pessoas que iriam manchar o meu nome, o meu sobrenome. Podem até tentar como já tentaram, mas eu vou defender aquilo que eu tenho de muito valioso, sagrado que é o meu nome: EDITH RIBEIRO ALENCAR”. Disse a vereadora.

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